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Pilates durante a gravidez

A prática evita a dor nas costas, alivia inchaços nas pernas e ainda colabora para um parto mais tranqüilo.





O corpo muda rapidamente durante a gestação, o que causa desconforto, dores e má postura. Mas tudo isso pode ser amenizado com o método de condicionamento físico Pilates. As grávidas podem começar o exercício logo depois do terceiro mês de gestação e manter a prática até o final do sétimo.
O Pilates desenvolve a consciência corporal, melhorando a postura e o alinhamento, o fortalecimento, o alongamento e equilíbrio de todo o corpo; proporcionando assim muitos benefícios para os praticantes.
Os exercícios são praticados no solo (mat Pilates) com o peso do próprio corpo ou com pequenos acessórios, como: flex ring toner, rolo, bolas e faixa elástica; e também em aparelhos específicos, como: reformer, trapézio ou cadilaque, cadeira (chair), barril (ladder barrel).
A gestante que faz Pilates além de ganhar condicionamento físico, bem-estar e controlar o peso, ainda têm um ganho extra, um abdômen mais forte que facilita o trabalho de parto. Pois é nessa hora que o útero se contrai para expulsar o bebê e, por um ato reflexo, a mulher também faz pressão abdominal, que é importante para empurrá-lo pelo canal vaginal. Um abdômen mais forte facilita esse trabalho. Nos momentos finais, há um relaxamento do períneo que permite a passagem da criança. Depois do nascimento, se essa musculatura estiver bem treinada, ela se recupera mais rapidamente.

Nenhuma gestante deve iniciar qualquer atividade física sem uma avaliação médica. Essa é uma condição fundamental para garantir a saúde da mãe e do bebê.

Dicas e benefícios para as gestantes que praticam Pilates:
  • A aula é realizada em uma hora e são recomendadas pelo menos duas aulas por semana para que a gestante possa sentir os benefícios da prática em seu dia-a-dia;
  • Ajuda a evitar as famosas dores nas costas, melhorando a postura;
  • Aliviam as dores, inchaços nas pernas e fortalece as pernas para que agüentem mais peso e liberem a sobrecarga na coluna;
  • Trabalham os braços, importantes para cuidar do bebê, que vai ficar cada vez mais pesadinho;
  • Evita a incontinência urinária por meio do trabalho do períneo;
  • Auxilia a contração abdominal (o que facilita o trabalho de parto mais tarde);
  • Estabiliza as articulações contra possíveis lesões;
  • Trabalha a respiração, que auxilia no relaxamento do corpo entre uma contração e outra.
  • Gestantes com placenta prévia ou baixa ou que tenham alguma doença que coloque a gravidez em risco não devem praticar a atividade;
  • Com a gravidez avançada, não é indicado deitar de bruços, pois a posição comprime o útero contra as costas e diminui a quantidade de sangue que chega ao bebê. A mãe também não deve prender a respiração por muito tempo durante o exercício porque o bebê também fica sem oxigênio;
  • As gestantes não devem praticar nenhuma atividade que eleve a freqüência cardíaca a mais de 120 batimentos por minuto, pois isso diminui a circulação sanguínea;

O bebê também é beneficiado quando a mãe pratica Pilates:
  • Recebe endorfina, o hormônio do relaxamento, através da placenta, o que contribui para o bem-estar dele;
  • Tem um crescimento adequado dentro do útero, já que a gestante controla melhor seu peso;
  • Sente a tranqüilidade da mamãe, que deve estar mais disposta e com boa auto-estima.

Não é aconselhável praticar Pilates (ou ioga) sozinha. Especialmente da metade da gravidez para frente, a grávida só deve praticar exercícios acompanhada de um profissional. É que, com o crescimento do útero, o centro de gravidade do corpo da mulher se desloca para frente e seu eixo de equilíbrio fica alterado. Se ela não estiver acompanhada, pode correr mais riscos de cair.
FONTE: mamaeteama.com

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